sexta-feira, 23 de julho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
...
O que acontece quando já demos tudo , sombra da minha vida
os percalços atravesso descalça
nosso castelo de pedras fundamentadas
e sonhos que são pura realidade
o que acontece no nosso dia-a-dia iluminado?
cada feliz acaso que gentilmente descarto
vida possuida em cada suspiro
agarrada à força e vivida , vivida
exaustivamente
o que acontece em cada percalço
MAUÁ
MAUÁ
Me empresta sua luz nessa noite sem lua.
É porque quero tomar um banho de rio
com minhas sandálias de prata.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
Delírios
Acordei devastada
nevada
calada na noite
o vento frio corria por entre
meus dedos
selos
petrificando minhas mãos
Acordei como terra molhada
calada
ali onde moram os princípios e os
declínios
delírios
e lírios moram
sob
a sombra prata da brisa
que alisa
no limite por trás da cortina
e no devaneio da cor azul de passeio
em casa de veraneio
o vento frio corria por entre
meus dedos
selos
petrificando minhas mãos
Acordei como terra molhada
calada
ali onde moram os princípios e os
declínios
delírios
e lírios moram
sob
a sombra prata da brisa
que alisa
no limite por trás da cortina
e no devaneio da cor azul de passeio
em casa de veraneio
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Recordações e a saudade
Riscos de luz pairando na praça
pálida,cálida,
só uma brisa de lembrança
bancos tortos com a luz de uma
tarde,no meio
da tarde
//////////////////////
folhas secas,úmidas,únicas e a sua
presença ali como um toldo.
Vi fragmentos translúcidos
pálida,cálida,
só uma brisa de lembrança
bancos tortos com a luz de uma
tarde,no meio
da tarde
//////////////////////
folhas secas,úmidas,únicas e a sua
presença ali como um toldo.
Vi fragmentos translúcidos
...
Estive visitando meu passado,
minhas lembranças,minha
essência,
cheguei à minha raiz,minha identidade prima.
De lá para cá foram só acessórios.
minhas lembranças,minha
essência,
cheguei à minha raiz,minha identidade prima.
De lá para cá foram só acessórios.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Assim
Vou lá fora em busca da tua luz.
Trago comigo a sua folha.
Brotou na palma d minha mão,
essa sua imensidão.
Leva no seu corpo a minha respiração tatuada.
Caminho por rios inavegáveis.
Me molho em águas improváveis.
Depois desperto leve nessa floresta imaginária.
Trago comigo a sua folha.
Brotou na palma d minha mão,
essa sua imensidão.
Leva no seu corpo a minha respiração tatuada.
Caminho por rios inavegáveis.
Me molho em águas improváveis.
Depois desperto leve nessa floresta imaginária.
,,,
Visto e desnudo
cada gota suada , bordada,dedilhada.
acordo num brejo
acordo e já me viro
leve como suspiro
respiro
...
Página em branco
qual um pranto
sombra de rebanho
sem enfadonho
perco os lírios ditos sujos
aborreço o alvoroço
rosto sem esboço
domingo, 6 de junho de 2010
simples assim
Precisei sofrer cada dor
que cada lágrima me cobrava.
Precisei de tudo isso
para renascer
muda
nua
suja
mas só que que pertencia à mim mesma.
Sala vazia
Eu venho te ver todo dia
e só encontro essa porta fria
E o engano do tamanho do
seu silêncio
Ou o silêncio do tamanho
do seu desencanto.
Eu venho te ver nessa
ilha vazia
e quem me recebe é essa
luz que te denuncia.
e só encontro essa porta fria
E o engano do tamanho do
seu silêncio
Ou o silêncio do tamanho
do seu desencanto.
Eu venho te ver nessa
ilha vazia
e quem me recebe é essa
luz que te denuncia.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Fragmentos
Me empresta sua luz nessa noite sem lua.
É porque quero tomar um banho de rio
com minhas sandálias de prata.
É porque quero tomar um banho de rio
com minhas sandálias de prata.
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